Um caso esporádico pode ser mera fatalidade mas, reiterados casos revelam que já se ultrapassou a situação de mera fatalidade. (Tem que ser) punível! Meia hora sem oxigenização virou crime contra a vida (sic) deste bebê. Toda semana temos notícias de ocorrências graves na rede de saúde municipal, de atendimento por criminosos que usam documentos falsos para se passarem por médicos (sic). Será que não há lei em Franca? Não há autoridade nesta cidade? Atestado de óbito substitui vida que se perde? Para os envolvidos parece que não passa de videogame. Será que o médico — será que é? — que falou ao pai que a saúde da criança era melhor que a dos dois juntos, terá coragem de olhar para ele novamente (sic)? (Leia em http:/ /gcn.mx/T5iY).
Alexandre Diniz
Franca - SP
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