Thammy Miranda revela em sua biografia que ainda é virgem


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Capa de divulgação do livro de Thammy Miranda
Capa de divulgação do livro de Thammy Miranda

A biografia de Thammy Miranda, intitulada Nadando contra a corrente, ainda nem foi lançada, mas já vem dando o que falar. Marcia Zanelatto, autora do livro, falou ao jornal Extra sobre a obra e revelou episódios inéditos.

“Na infância, Thammy sempre gostou de usar roupas de meninos. Quando tinha 4 ou 5 anos, pediu a avó um kichute. Ele, ainda criança, gostava de fazer xixi em pé. E a família procurava lidar com isso com muita tranquilidade, sem pré-julgamento. Numa das festinhas de aniversário, pediu um He-man de presente. Um dia, Gretchen ouviu de um vizinho: ‘Thammy está muito masculina, está parecendo um sapatãozinho’. E a cantora respondeu: ‘Por quê? Só porque ela gosta de brincar com os meninos na rua? Eu também gostava’. Mas pro Thammy, aquilo já era a questão do gênero, já era parte da vida dele como homem”, adiantou a autora.

“Tem muitos detalhes curiosos que o público não sabe. Como, por exemplo, o avô paterno, um policial civil e sujeito linha dura, que não aceitava muito bem a transexualidade. Até que um dia, durante um almoço em família, o avô perguntou onde Thammy havia comprado as cuecas que ele estava usando para fora da calça. O avô disse que queria umas cuecas assim também”, diverte-se Zanelatto.

As revelações não param por aí. “No livro, Thammy conta a primeira transa com uma mulher com detalhes. Mas ela nunca fez sexo com homens. Thammy é virgem. O momento de mais intimidade que ela teve com um homem está no capítulo ‘No motel com o Zorro’. Ela tinha 16 e foi para um motel após uma festa à fantasia. O namorado estava fantasiado de Zorro. Ele queria transar, mas aí ela demorou no banho para esperar ele dormir. Depois foi a vez de ele entrar no banho, e Thammy fingir que estava dormindo. Eles ficaram naquela negociação para não ter penetração, e não teve. Esse foi o máximo que Thammy chegou com um homem”.

A biografia será lançada em setembro pela Editora Record, na Bienal do Livro.

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