Três dias após aderir a uma greve que atingiu 114 de 163 unidades prisionais do estado de São Paulo, agentes penitenciários do CDP (Centro de Detenção Provisória) de Franca retornaram ontem ao trabalho.
Entre as reivindicações que os funcionários tinham, estavam o fim da superlotação no local, que tem capacidade para 847 presos e abriga 1.195, o arquivamento de 32 PADs (Processos Administrativos Disciplinares), o cumprimento do acordo feito durante a greve de 2014 e mais segurança no trabalho.
Em nota, a SAP (Secretaria da Administração Penitenciária) informou que, assim como o CDP, nenhuma outra unidade do estado continua com a greve. “Todas estão desenvolvendo suas atividades dentro da normalidade”.
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