Tem pessoas tão apegadas a tudo que possui, em termos materiais, que fica guardando até o que tem certeza que nunca mais vai usar. Com isso, o local fica entulhado de badulaques, provocando o que se chama de toxinas da casa. Serve para atrair insetos e bichos peçonhentos, virando também criadouro de mosquitos que transmitem doenças. Decida desapegar de tudo isso, aproveitando um dia de folga ou fim de semana, para separar o que vai botar fora. Pegue aquela máquina antiga de escrever, que não usa mais, objetos quebrados, lascados ou rachados e coloque no monte. Abra gavetas e veja o que pode eliminar de cartas ou bilhetes sem tanta importância, recibos de muitos anos passados e que não devem mais ser reclamados, chegando até os jornais e revistas velhos. Por exemplo, aquela revista que você guarda em razão de uma simples foto, que será melhor destacar a folha e jogar a revista fora. Abra o armário do banheiro e veja a quantidade de remédios já vencidos ou que não está usando mais. Se estiver na validade encaminhe para um local de distribuição gratuita, ou então bote no lixo. Você já notou quantos pares de sapatos que você não usa mais e que continuam na sapateira? E as roupas que faz mais de um ano que estão só ocupando espaço nas gavetas. Junte tudo e leve para uma creche ou entidade que costuma promover bazares da pechincha. De maneira semelhante, vamos falar das tralhas da mente, servindo para estressar e prejudicar nossa saúde. O “destralhamento” ou desapego é a forma mais rápida de transformar a vida, como uma terapia. Mas este assunto fica para uma próxima abordagem.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.