Márcio Murari quer preventiva de acusado de latrocínio em posto


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Márcio Murari fala sobre rumoroso caso de latrocínio
Márcio Murari fala sobre rumoroso caso de latrocínio
O delegado Márcio Garcia Murari, da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Franca, está prestes a solicitar à Justiça a prisão preventiva do acusado de matar o frentista Márcio Rangel, de 42 anos. O crime ocorreu durante um assalto ao Posto Dallas, no Jardim Aeroporto I,onde ele trabalhava, na madrugada de 13 de julho. 
 
O ajudante geral Hyago de Paula Rodrigues, de 22 anos, é o acusado. Preso três dias depois do latrocínio, enquanto soltava pipa no Jardim São Luiz, perto da casa de uma irmã, Rodrigues confessou, com riqueza de detalhes, a autoria do crime. A prisão preventiva o manteria encarcerado até a data do julgamento. hoje, ele está recolhido na cadeia do Jardim Guanabara por prisão temporária de 30 dias. Hoje, o rapaz deve ser transferido para a cadeia de Batatais.
 
Ontem, dia 21, Hyago Rodrigues foi novamente interrogado na DIG, pois é suspeito de ter cometido pelo menos outros 3 roubos a postos de combustíveis em Franca. Ao contrário do latrocínio, quando acabou reconhecido pelas imagens das câmeras de segurança do posto Dallas, desta vez Rodrigues não foi apontado por nenhum dos três frentistas chamados na delegacia para possível reconhecimento do autor dos assaltos. 
 
“Continuamos a investigação para tentar comprovar a participação dele (Hyago) em outros crimes de roubos a postos de gasolina. Também tentarmos identificar o seu comparsa no crime do Dallas. Na ocasião, essa pessoa estava em uma moto. Estão sendo checadas informações e diligências estão sendo feitas para que a gente possa identificar e prender também o comparsa”, disse o delegado Murari ao Comércio da Franca ontem.
 
A DIG tenta ainda localizar a arma e a moto utilizados no crime. “O crime está demonstrado. As provas que conseguimos são cabais da participação dele (Hyago). Está configurado o crime de latrocínio, com penas de até 30 anos de prisão em regime fechado, pois trata-se de crime hediondo. Precisamos levantar como eles (assaltantes) obtiveram informações de que no local (posto Dallas) após a 1 hora, estaria apenas um funcionário guardando certa quantia em dinheiro. Seria muito importante para a investigação e para fechar por completo o inquérito policial”, explicou.
 
Murari deverá requisitar a prisão preventiva do assassino antes mesmo do término do prazo da prisão temporária, que tem validade de 30 dias. “Aguardamos alguns laudos pendentes, que acreditamos que serão encaminhados a nós ainda nesta semana pelo Instituto de Criminalística e pelo Instituto Médico Legal de Franca”, finalizou. 

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