Tudo por um sonho: francano de 18 anos viaja para jogar em Portugal


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Kayque posa ao lado de trofeu ganho na curta carreira. O esportista defenderá time europeu
Kayque posa ao lado de trofeu ganho na curta carreira. O esportista defenderá time europeu
Apesar de ter passado pouco mais de um ano da derrota de 7 a 1 para a Alemanha, o futebol brasileiro segue alimentando sonhos. E as histórias são muitas. Do dia para a noite, um garoto pode se tornar um jogador de futebol e sedimentar sua paixão. Em Franca, um adolescente de apenas 18 anos vive o auge de uma história do gênero.
 
O meia Kayque Cavalcante Carrijo foi contratado para jogar por uma temporada no time sub-20 do Vitória de Setúbal, clube da primeira divisão de Portugal. A chance de atuar no exterior surgiu através do empresário Dinei Moura, que o indicou para os portugueses.
 
Sobre o fato de jogar na Europa, o rapaz considera uma ótima oportunidade para sua carreira. Ele diz que a hora é de buscar voos maiores, pois no continente europeu estão os principais jogadores do mundo. “Pode ser uma vitrine. Estar indo para a Europa já é um sonho realizado. É a maior vitrine do mundo, porque está perto da Espanha, onde jogam Barcelona e Real Madrid. Fazendo uma boa temporada lá (em Portugal), posso ser encaminhado para outros times”.
 
No clube português, Kayque vai disputar o Campeonato Português sub-20, que está previsto para começar entre o fim de setembro e o começo de outubro. Antes de começar a jogar nos gramados europeus, ele passou o resto de suas férias junto com a família, no Jardim Guanabara. 
 
O jogador iniciou viagem ontem, 17, rumo a Portugal. Ele saiu de Franca para o Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, ainda no período da tarde. Depois, o meia pegou uma aeronave até Madri. Hoje, 18, ele deve chegar a Lisboa. A capital portuguesa fica a cerca de 50 quilômetros de Setúbal, cidade onde o Vitória joga.
 
Quanto a sua adaptação ao novo país, o atleta está otimista e acredita que não terá dificuldades. “Lá (em Portugual) não vai ter tanta dificuldade por causa da língua. É só o fuso horário e a saudade da família (que vai dificultar a adaptação)”, finalizou.
 

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