Vigilância solidária e policiais de bairros


| Tempo de leitura: 1 min
Há poucos dias acompanhei uma matéria da EPTV de Ribeirão Preto, falando de uma vigilância solidária, criada por moradores de um bairro daquela cidade, mais precisamente num trecho de rua que vinha sendo “visitado” frequentemente por bandidos. O que eles fizeram? Reuniram-se, criaram uma espécie de condomínio, decidiram instalar câmeras no local, que custou menos de R$ 200 para cada morador. Contrataram dois vigilantes que se revezam, e acabaram os furtos e roubos por lá. A ideia é boa, desde que haja primeiramente a devida união entre os vizinhos, em vez de se fecharem em suas casas e nem cumprimentarem quem mora naquele quarteirão. Outra coisa, mas aí dependeria do comando da Polícia Militar, seria o policiamento com equipes praticamente fixas em cada bairro, passando a ter um entrosamento natural, com moradores conhecendo melhor os policiais e vice-versa. Melhor ainda se essas equipes pudessem ser formadas por policiais residentes no mesmo bairro. Com isso, os bandidos ficariam menos à vontade para agir e os moradores teriam a sensação de proteção mais próxima. Sabemos que não há um efetivo necessário para marcar presença em todos os lugares, mas uma divisão bem programada pelo comando daria bom resultado. Viaturas e motos teriam condição de atender mais rapidamente o chamado daquele local, até por passarem a conhecer melhor a área. Fica a sugestão para os conselhos de segurança discutirem com os comandantes do policiamento. A verdade é que, se a sociedade não se organizar, a bandidagem toma conta, e ficando cada vez menos protegidos.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários