O setor de homicídios da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Franca está às voltas com um caso peculiar. Trata-se da morte de Samuel do Couto Rosa, de 51 anos. O homem deu entrada na Santa Casa no dia 9 de julho com traumatismo craniano e diversos ferimentos. Ele não resistiu e morreu dois dias depois, às 18 horas de sábado. A hipótese trabalhada pela Polícia Civil é de que Samuel, que era usuário de drogas, tenha sido assassinado.
De acordo com informações do boletim de ocorrência registrado no Plantão Policial, a vítima teria dito a um filho, antes de ser internada, que os dois homens que moravam com ele em um pequeno imóvel na avenida Paulo VI, no Residencial Paraíso, o teriam agredido. Diante disso, a Polícia Militar efetuou buscas pelo bairro e chegou a um deles, que foi ouvido no último sábado, mas negou participação no crime.
Para o investigador Marcos Euclides, que estava de plantão, o suspeito teria informado que seu celular havia sumido e por isso acusou os companheiros de furto. Uma briga teria começado entre os três. O suspeito declarou ter ido embora e deixado amigos no local, não sabendo informar o que ocorreu. O segundo suspeito está foragido.
O caso está sob responsabilidade do setor de homicídios da DIG. A polícia não precisou como foram feitos os ferimentos que causaram a morte de Samuel. Pauladas, socos, ponta pés e até pedradas estão entre as possibilidades investigadas. Laudo do Instituto Médico Legal deverá ser expedido em, no máximo, 30 dias.
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