Ouvi, mais uma vez, queixa de um técnico de televisão e aparelhos de som que é procurado para fazer um conserto, combinam o preço, o serviço é efetuado, mas o dono não vai mais buscar o aparelho. O pior é que ele não pode vender, que aí acaba sendo acionado pelo freguês embrulhão. O mesmo se dá com sapatarias e outras oficinas de conserto. Convenhamos, é muita cara de pau, autorizar um conserto e depois não buscar.
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