A neve da montanha rapidamente derretia quando chegava o nosso tão amado verão. Criava consigo um pequeno rio de água fria, que ainda assim aquecia meu coração.
Com sua beleza única e cristalina, deixava todo o ambiente à sua volta mais ‘iluminado’, o que certamente fascinava e relaxava até aqueles que o viam com a alma em revolta.
Estava sentado ao lado dele e minha flauta tocando. Os animais estavam em alvoroço pela doce música ecoando entre as árvores.
Foi quando vi, lá no cume da montanha, uma luz reluzindo e me chamando: era benigna, misteriosa e emanava ocultos poderes. Logo atiçou minha curiosidade de bom desbravador, fazendo-me começar a seguir ao seu encontro com agilidade, ainda que o caminho fosse complicado e amedrontador.
Não demorei muito para chegar com facilidade ao local, ali me deparei com enigmática ruína ancestral. Em seu centro, um livro brilhante e dourado. Era de fato algo magistral.
Agora, e eu?
Nunca estive tão maravilhado...
Mateus Brentini, aluno do Pestalozzi e Ave,Palavra!
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