Completar cem anos de plena e profícua existência é para poucos. Este Comércio completa, hoje, um século de atividade jornalística séria, responsável e democrática.
Exercer a árdua e ininterrupta atividade certamente exigiu esforço e dedicação de seus fundadores, sucessores, funcionários e, especialmente, a crença e o apoio continuado por todas essas décadas, da parte de seus leitores.
Sabemos que muitos jornais de importante impacto e de circulação nacional deixaram de circular no formato impresso. Poucos continuam apenas em formato digital. A maioria cerrou as portas.
O Comércio não. Permanece, altaneiro, relevante à vida da sociedade à qual serve por tantos anos, em sua edição impressa. Na internet criou sua edição digital, e ampliou, pelo mundo, sua leitura. Pouquíssimos meios de comunicação têm essa capacidade de integração.
Tenho orgulho do espaço semanal que o periódico me confia aqui nesta relevante seção de Opinião & Debate, deixando-me completamente à vontade para expressar minhas opiniões.
Sei que o Comércio também tem orgulho de ser uma empresa do interior. Este fato não tira sua grandeza. Ao contrário. Enaltece sua origem e a capacidade seu seus dirigentes, jornalistas, colaboradores.
De minha parte, valorizo seu espaço editorial e, por onde passo, faço questão de contar que sou ‘articulista do Comércio agora centenário’. Ser, engrandece o meu currículo, e isso é literal: todos os artigos de opinião que escrevi e que foram publicados por este jornal, estão lançados em meu registro na Plataforma Lattes, que torna público biografias e produções de pesquisadores nacionais.
Hoje é o dia exato da comemoração do centenário de fundação do Comércio e, então, vamos comemorar! Diante da maturidade invejável, orgulho de seu passado, pés solidamente plantados no presente e confiança em seu futuro, o nosso jornal não tem qualquer receio: que venham os próximos (cem) anos!
Acir de Matos Gomes
Advogado, professor universitário
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