Já está virando rotina ladrão apanhar de vítimas em Franca. No início da semana, ao invadir um escritório de advocacia na rua Francisco Marques com um pedaço de madeira na cintura, simulando estar com uma arma de fogo, um lavrador de 40 anos, morador na Vila Nicácio, não só foi desarmado como levou socos de um advogado, de 43 anos, e de um cliente, antes de ser preso em flagrante por policiais militares. Caso semelhante ocorreu na Vila Aparecida, na madrugada de quinta-feira.
Apontado como o assaltante de itens que estavam no interior de um carro estacionado em frente a uma quadra de futsal, um ajudante de 24 anos, residente no mesmo bairro, acabou detido e agredido pelas vítimas e outras pessoas que jogavam bola no local antes de ser entregue à polícia.
Por volta de 2 horas, ao avistar um Gol parado em um trecho da Rua Pernambuco, em frente à quadra de futebol de salão, o ajudante teria arrombado o vidro e a fechadura da porta traseira esquerda do veículo para furtar celulares e uma mochila.
Acionados pelo disparo do alarme do veículo, um gerente de 21 anos, do Jardim Lima, e um operador de caixa, 25, do Parque do Horto, correram ao local e, unidos a populares, saíram à caça do suspeito. O ajudante tentou se esconder em um posto de combustíveis desativado na rua Pernambuco com a avenida Brasil. Uma das vítimas o localizou e o indagou a respeito do furto. Ele não só negou a autoria como alegou ter visto dois moleques correndo nas proximidades. Desconfiado, o gerente seguiu o suspeito, que foi abordado pelo operador de caixa na avenida Presidente Vargas. Os celulares estavam no bolso do suspeito. A mochila, uma carteira com documentos pessoais e R$ 70 foram localizados no posto desativado.
Antes de ser entregue ao cabo Soares e ao soldado Quirino, o ajudante teria sido agredido pelas vítimas e populares revoltados com sua atitude. Autuado em flagrante pelo delegado Luciano Henrique Cintra, o suspeito acabou recolhido ao CDP (Centro de Detenção Provisória) de Franca.
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