Ao longo de seus cem anos de história, o Comércio se tornou no grande porta-voz de Franca e região. Nesse século, defendeu os interesses de uma população estimada em mais de 600 mil pessoas, boa parte delas, leitora do nosso noticiário.
São esses milhares de leitores que estão representados nesta e nas próximas páginas, através da palavra de leitores do Comércio. São pessoas das mais diferentes idades, profissões, hábitos e experiências de vida, mas com algo em comum: a companhia constante do Comércio da Franca.
Nós ouvimos nossos leitores para saber deles o que eles mais gostam de ler no jornal, o que lêem primeiro, que notícia ficou gravada na memória, há quanto tempo lêem o Comércio... Conversamos com jovens, adultos e idosos, com universitários, donas de casa e aposentados, com francanos anônimos e figuras públicas. Em entrevistas feitas com leitores mais antigos, as memórias foram tantas que o sentimento de nostalgia contagiou os encontros, emocionando inclusive os repórteres. Com os mais jovens, mais adeptos da tecnologia, foi fácil constatar como a plataforma digital do Comércio, o portal GCN, está incorporada ao cotidiano dos mesmos.
Confira um pouco do que cada um disse a respeito do seu jornal.
Sou assinante do Comércio há aproximadamente 50 anos. Também fui colaborador na época do Corrêa Neves, quando o jornal era ali no Centro. Colaborei na parte de artigos literários”
Ângelo Paludeto Neto, 76, aposentado
Desde a adolescência acompanho o jornal. Leio tudo, gosto da diagramação, das colunas e crônicas. Gostaria de ler nas páginas do jornal que conseguimos fazer de Franca a cidade nº 1 do Brasil. O Comércio, na mão de empresários locais, que amam a cidade, é fundamental para o desenvolvimento e a democracia. Agradeço ao saudoso Corrêa Neves, à dona Sônia e ao Júnior por contribuirem para uma Franca melhor”
Luiza Helena Trajano, 63, presidente do Magazine Luiza
Eu costumo ler tudo no Comércio, ainda mais as novelas (risos), para saber o que vai acontecer... Gosto das fotos da semana, também!”
Ana Beatriz Gonsalez Santussi, 18, auxiliar de crédito
A notícia que mais me marcou no Comércio foi a morte do Ayrton Senna. Queria parabenizar o jornal, que faça mais 100 anos! Parabéns a todos, à direção, aos funcionários, que Deus abençoe!”
Dayrson Barbosa, 58, agente de turismo
Leio os classificados e matérias sobre concursos. A notícia que mais espero agora ler no Comércio seria sobre a melhora da crise, a situação no Brasil está um pouco complicada”
Daniela Nunes, 23, comerciante
O tapa na cara do Vergara foi uma matéria que marcou bastante, uma coisa diferente, nunca vi, nunca saiu em algum jornal algo do tipo”
Diego Marques Molina, 29, analista de sistemas
Meu sonho seria ver mais notícias boas sobre o setor calçadista. Está complicado ser sapateiro em Franca. A gente espera uma melhora na cidade, principalmente no nosso segmento”
Guálter Joaquim Pereira, 35, sapateiro
A notícia que mais me marcou é o prefeito Alexandre Ferreira falando que a saúde em Franca é uma beleza, sendo que, na verdade, é uma porcaria”
Israel Pimenta, 32, hoteleiro
A notícia que mais chamou a atenção, não só a minha, mas a de todo mundo, foi o aumento do transporte público aqui em Franca. Achei um absurdo!
Paloma Ferreira, 22, modelo
Queria parabenizar toda a equipe do Comércio, que dê tudo certo nesse novo período, nesses novos anos que temos pela frente, e que só tenham notícias boas para compartilhar com os francanos!”
Leandro Barbosa de Brito, 24, atendente de SAC
Um repórter e um fotógrafo fizeram a cobertura do lançamento do meu livro. Saiu a reportagem, me deram um quarto de página. Uma coisa muito bonita. Copiei, plastifiquei, guardei... Lembrança, né?
Carlos Hugo Barbosa, 67, aposentado
Minha notícia dos sonhos seria melhoras na política, pois a gente está vendo que está tendo só roubo e a Dilma lá... A inflação cada vez maior e o brasileiro tomando no nariz”
Camila Bárbara Luiz, 24, técnica em agropecuária e agronegócio
A notícia atual que mais me marcou atualmente é sobre o Janjão, né? A saúde de Franca está complicada, o Sidnei deixou mais ou menos e o sucessor dele... Está precário, a saúde tinha tudo para dar certo, mas...
Rogério Francisco, 43, sapateiro
Sou leitora e acompanho mais aos domingos. Uma notícia que me chamou muito a atenção foi sobre o Davi Miguel. Também gosto muito de ver os Classificados, a parte de imóveis é a primeira coisa. Queria ler um dia que todo mundo foi sorteado com uma casa! (risos). Quero dar os parabéns, que o Comércio continue sendo o melhor jornal da cidade”
Carmen Lúcia Furtado, 44, vendedora
Ah, o Comércio da Franca é o meu café da manhã! Sou assinante há uns 40 anos mais ou menos. Todo dia leio primeiro a capa, vejo as notícias e depois os esportes... E a palavra cruzada! É a última do dia, sempre faço. A notícia que mais me marcou foi aquela do piscinão ali em cima, né? A moça pulou pra salvar o filho dela, achei bastante interessante.”
Sérgio Manochio, 76, professor aposentado
Acho que ninguém faz 100 anos à toa. Essa história com certeza é marcada por pioneirismo, fico imaginando um jornal de 100 anos atrás e isso me remete à minha origem, à minha cidade natal, que é Piumhi (MG). Eu morava em uma casa que era ao lado do jornal da cidade, e aquele barulho de máquinas, impressoras, eu sentia uma áurea de cultura, de pioneirismo. Então que esses 100 anos sirvam aí para uma reflexão positiva de uma história de uma empresa grande, que trabalha de forma séria”
Dorival Mourão Filho, 60, empresário, advogado e presidente da Acif
Gostaria de ver publicada nas páginas do Comércio uma matéria que narrasse a valorização necessária dos professores. Não sou professora, não tenho parentes, mas acho que o professor deveria ter um salário bom, porque tudo depende do professor, né? E acho que são muito desvalorizados. Então seria uma notícia que eu ficaria muito feliz de ler: “Os professores estão sendo valorizados”
Ângela Maria Batista de Melo, 43, comerciante
Gosto demais do Júnior! Ah, adoro! Gosto muito do jeito como ele escreve. E tudo no Comércio a gente tira proveito, e a gente vai se atualizando. De manhã eu levanto, tomo meu banho, o entregador toca a campanhia, desço, pego e leio. Por uma hora eu me delicio com o Comércio”
Aurora Ferraresi Nesi, 100, dona de casa
Parabenizar é uma palavra simples, mas tem um significado muito grande. São poucos veículos de comunicação que têm 100 anos, é uma honra termos em Franca um veículo que acompanhou todos os acontecimentos de um século. Desejo mais e mais séculos de trabalho a vocês”
Abdala Jamil Abdala, 68, presidente da Francal Feiras
O fato que mais me marcou nas páginas do jornal foi quando meu pai estava fazendo cirurgia no Líbano, em 1995, e o Comércio fez uma reportagem com ele lá do Líbano sobre a guerra, vocês aqui do Brasil e ele narrando em tempo real a guerra lá ”
Fahin Youssef Issa Neto, 48, cirurgião-dentista e empresário
Assino o jornal há 7 anos e sempre acompanho as matérias de artes, que eu gosto muito. Trabalho com desenhos, sou desenhista por hobby, então sempre procuro essa área. Espero que vocês continuem sempre assim, que esses 100 anos virem mais 100, 200, 300 anos!”
Wilker Cintra Frutuoso, 23, recepcionista
O Comércio é um jornal que merece todo o meu carinho e respeito, porque ele acompanha a notícia, está sempre me trazendo informação. É um jornal eclético que enriquece com a sorte imensa de informações que ele traz, é um jornal objetivo, você não perde muito tempo lendo coisas que não precisa. É formador e fundamental”
Camilo Haddad, 80, comerciante
Queria parabenizar o Comércio, é um jornal que acompanha Franca inteira, atualiza muito a gente e isso é muito bom para todo mundo. Minha matéria dos sonhos seria uma em que me apontava como a melhor nutricionista de Franca!”
Ana Laura Dias, 18, estudante de nutrição
Sou leitor assíduo do Comércio há uns três, quatro anos. Primeiro leio as notícias de esporte, depois da região. Meu sonho é passar no concurso e aparecer na página dos classificados”
Otávio Augusto de Souza Ramos, 23, estagiário
A reportagem que me marcou foi uma que falava sobre a derrubada dos nossos cômodos comerciais aqui do Leporace. Eu trabalho desde 2002 aqui e eu tiro meu trabalho daqui, né? Minha família depende de mim e eu dependo do Leporace”
Danilo Guimarães Felizardo, 34, cabeleireiro
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