O apreço não tem preço


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É isso aí, o querer bem não se compra. Vocês nem imaginam a alegria do meu coração, quando, em alguns domingos, assim que termina nosso Record em Revista (das 9 às 10 da manhã) o querido Amir Calil, brilho maior em Ribeirão, me liga, repetindo momentos em que falei, isso ou aquilo. E, diz mais: “Se eu fosse empresário, você é que faria toda a minha propaganda.” Quem não gosta de ouvir coisas  boas assim? Quem disser o contrário, é mentiroso.

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