Ação de Vergara é paga, mas ele insiste na ‘pobreza’


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Imagem de arquivo do vereador Vergara
Imagem de arquivo do vereador Vergara
O processo movido pelo vereador Luiz Carlos Vergara (PSB) para anular a punição imposta a ele pelo Conselho de Ética da Câmara, por conta do tapa que o vereador deu na cara do marceneiro Hélio Vissotto, teve as custas pagas na quinta-feira. Não se sabe por quem. 
 
Na ação, Vergara pedia a assistência judiciária (que isenta do pagamento de taxas e honorários). Para tal, apesar de seu salário de mais de R$ 6,1 mil, assinou uma declaração de “pobreza”. 
 
Na última terça-feira, o juiz do caso determinou que Vergara apresentasse as provas de sua condição de “pobreza” ou pagasse as custas, desistindo da assistência. 
 
Na quinta-feira, o pagamento foi feito. Segundo a Vara da Fazenda Pública, não é possível identificar o pagador, já que se trata de guia de recolhimento. 
 
O advogado de Vergara, Denílson Carvalho, negou que ele ou o próprio vereador tenham pagado. “Posso te afirmar com 100% de certeza que nem eu nem o Vergara pagamos as custas. Pelo contrário, apresentei uma petição pedindo ao juiz para reconsiderar os nossos argumentos”, disse Carvalho.
 

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