Dois dos quíntuplos nascidos há pouco mais de dois meses tiveram alta médica nesta segunda-feira, dia 15. Mas Arthur e Gabriela, os bebês liberados, continuarão internados, já que o pai, João Junior, disse que não conseguiu um lar temporário para ficar em São Paulo, e não pode levar as crianças enquanto aguarda a alta das outras três meninas.
Em entrevista ao R7, Júnior disse que havia conseguido uma casa, mas a pessoa desistiu na última hora e eles ficaram sem ter para onde ir. “Estava tudo certo até ontem à noite (14). Eu já ia buscar as chaves, mas a pessoa me ligou e disse que não iria mais fazer o negócio. Fiquei sem ter o que fazer. Hoje, estou correndo atrás para encontrar alguma outra opção o mais rápido possível.”
Com a situação, hospital Sepaco, na zona sul da capital paulista, teria garantido segurar a alta por mais tempo. “Estou muito feliz por dois dos meus tesouros já estarem prontos para sair do hospital, mas ainda faltam outras três, e eu estou preocupado e na correria para encontrar uma casa aqui em São Paulo que caiba no meu orçamento,” diz Junior.
O pai procura uma casa para alugar por cerca de três meses com valor máximo de R$ 2 mil. “É o máximo que eu consigo pagar, mas o principal problema é o tempo do aluguel. Ninguém quer alugar por só três meses. Não preciso de mais do que isso. A hora que todos receberem alta eu vou voltar para Santos.”
Dois dos outros bebês já deixaram a incubadora, mas seguem em observação na UTI neonatal. Um terceiro bebê continua na incubadora, mas começou a ser amamentada direto no peito da mãe. Elas ainda não têm previsão de alta.
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