Localizado na divisa entre Rifaina e Sacramento (MG), o Parque Aquático Águas do Vale continua com as cobranças de uma taxa de reativação do empreendimento. Conforme decisão em assembleia realizada em julho do ano passado, o clube tem cobrado de seus sócios remidos o valor de R$ 1,5 mil, correspondente a obras de recuperação e expansão do local.
A medida, porém, tem revoltado os associados e gerado uma série de reclamações. Ex-usuário do parque aquático, o comerciante José Tadeu de Figueiredo, de Batatais, desfez do título em 2006 e nos últimos meses começou a ser cobrado da taxa. “Ligam na minha casa com ameaças, querem que eu pague por uma coisa que não tenho e não devo. É uma tremenda bagunça”, disse.
Segundo o gerente do escritório Solução Útil Assessoria, responsável pelas cobranças em nome do Águas do Vale, Renato Basílio, a taxa não é ilegal e está prevista no estatuto do clube. “Mesmo sendo sócio-proprietário, em uma necessidade de investimento, a colaboração com uma taxa é algo correto e quem não arcar com esse pagamento pode ser cobrado judicialmente, porém não estamos fazendo isso”, adiantou.
Ainda de acordo com Basílio, a cobrança é feita por carta ou telefone com prefixo de São Joaquim da Barra (3728) e o boleto só é enviado com autorização do sócio. O gerente explicou que quem preferir pode pedir também o cancelamento do título. “Estamos abertos a negociar e aquele que paga a taxa recebe como bonificação duas diárias do hotel do clube.”
Segundo ele, na região de Franca, a cobrança está sendo direcionada para 30 mil sócios, cerca de 8 mil deles somente em Franca.
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