Morreu por volta de uma hora da madrugada de ontem, 12 de junho, sexta-feira, o conhecido e competente fotógrafo Gerson Henrique de Sousa. Tinha 44 anos. Trabalhou normalmente até o final da semana passada prestando serviços de fotografia social e eventos. Nas últimas semanas, acometido por tosse reticente e falta de ar, internou-se no Hospital São Joaquim na quarta-feira, dia 10, para exames mais detalhados. Constatou-se câncer em estado avançado que havia emitido qualquer aviso anterior. A doença o matou. O atestado de óbito registrou embolia pulmonar, insuficiência respiratória e neoplasia gástrica.
Deixou viúva, Renata Barbosa de Sousa, depois de 15 anos de casamento. Do enlace, nasceram quatro filhos, Adriel, Higor, Eduarda e Henrique. Renata, Adriel e Higor atuavam com o pai e marido na área da fotografia da empresa familiar que construíram.
“Ele nos ensinou a profissão e os valores da profissão. Continuaremos fazendo o que ele nos ensinou e da forma correta com que sempre trabalhou. Não haverá descontinuidade em função da doença e morte dele. Tenho certeza que é o que ele queria’, disse Adriel. Seu filho contou sobre o jeito bom de ser de Gerson, seu gosto por festas e eventos, ‘aliás, segundo ele próprio nos contou, foi exatamente por gostar tanto que se dedicou à fotografia’.
Gerson, ainda segundo a família, começou a traba-lhar profissionalmente na área há 20 anos, primeiro, integrando a equipe de fotógrafos de Serginho, outro profissional referencial da área, hoje também falecido. Há 17 anos, integrou os familiares e criou sua Gerson Henrique Fotografias. Adriel também contou sobre a solidariedade de seu pai para com causas francanas, especialmente as da Apae e do Hospital do Câncer. Lembrou-se de evento junino da Associação de Pais e Amigos do Excepcional, em que Gerson reuniu a família e seguiu para garantir a que todas as crianças lá atendidas tivessem a alegria de ter suas participações na festa, fotografadas e reveladas lá mesmo. ‘Aprendemos também com ele que a gente tem que dividir o que ganha, com quem precisa mais do que a gente’, completou Adriel.
Foi velado no São Vicente de Paulo, em Franca. Às 16 horas de ontem, sexta-feira, o corpo foi transladado para Cristais Paulista (SP) e lá sepultado no jazigo da família de seu pai, Jairo de Sousa, no Cemitério Municipal, com serviços da Funerária Francana.
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