Cremesp deve abrir sindicância para apurar morte de Eduarda, 14


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O comerciante Adriano Segismundo chora ao lembrar os últimos momentos de vida da filha Eduarda, morta aos 14 anos
O comerciante Adriano Segismundo chora ao lembrar os últimos momentos de vida da filha Eduarda, morta aos 14 anos

O Cresmesp (Conselho Regional de Medicina de São Paulo) deve abrir um processo de sindicância para apurar a morte da jovem Eduarda Stefani Segismundo, 14. A garota morreu na noite da última terça-feira, 9, na Santa Casa, após passar por pelo menos três atendimentos no pronto-socorro “Álvaro Azzuz”. A causa seria uma infecção urinária. (Leia mais aqui)

Durante o programa Hora da Verdade Itinerante, que nesta sexta-feira, 12, foi ancorado direto da rua Afonso Pena, o pai de Eduarda, o comerciante Adriano Segismundo, afirmou que irá até o fim para provar que a filha morreu vítima de mau atendimento na rede de saúde e culpou o prefeito Alexandre Ferreira. “A morte da minha filha, prefeito, não vai ficar impune”, disse chorando. “Eu quero esse cara (o prefeito Alexandre) na cadeia”, disse.

O conselheiro do Cremesp, Ulisses Minicucci, afirmou que deve pedir ainda hoje a abertura de uma investigação para saber se houve erro no atendimento.

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