Ai me lembrei de uma mãe muito amiga e querida, me contando, há um bom tempo, que ela e o marido (de formação plena no catolicismo) não se conformavam com a revelação do filho, já mocinho, afirmando ser homo. Lhe respondi se eles teriam a coragem de abandonar o filho, deixá-lo ao vento, como dizem os orientais. Graças ao Bom Deus, vi que ela conseguiu se convencer. E, hoje, vivem todos muito felizes, sem nenhuma distinção entre esse filho e os outros.
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