É preciso revitalizar o ‘Centrão’ da cidade


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Não resta a menor dúvida que o Centro de qualquer cidade, apesar de toda a sua expansão, continua a ser o seu cartão de visitas. Quem chega de fora quer passar por ali, visitar a igreja principal, que via de regra fica na mais antiga praça. Franca não é exceção, como temos visto em diversas ocasiões, visitantes com câmera fotográfica ou um celular, fotografando a fonte luminosa, o relógio do sol e principalmente a Catedral, na parte externa e seu interior, que aliás, é belíssimo. Acontece que a última reforma ou revitalização do Centro de nossa cidade aconteceu ainda no governo de Gilmar Dominici, graças a uma iniciativa da empresária Luiza Helena, do Grupo Magazine Luiza e sua influência com uma agência bancária. Ficou bem melhor, mas de lá para cá, a Concha Acústica acabou virando abrigo de andarilhos, bem como os bancos das duas praças principais, a N.S. da Conceição e Praça Barão. Tanto que muitas famílias que gostavam de sair à noite com suas crianças já não se arriscam, principalmente pelos lados da Barão, suja, mal iluminada e dominada na escuridão por figuras de comportamento duvidoso. Só quando a polícia marca presença é que esses frequentadores vão dar uma voltinha, mas logo estão de volta. Por essa razão, muitos defendem que a sede dos artesãos podia, de comum acordo, mudar-se para um outro local apropriado, abrindo espaço para que o lugar seja adaptado como um posto policial. Aí sim, mudaria completamente a situação, até com o funcionamento de bares, que agora fecham cedo. O Centro precisa, portanto, de uma urgente revitalização. Com a palavra, o prefeito.

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