Batismo do ‘esqueleto’ é adiado


| Tempo de leitura: 1 min
Sem qualquer discussão ou referência ao constrangimento criado pelo prefeito Alexandre Ferreira (PSDB) a duas famílias, os vereadores decidiram adiar os dois projetos de lei que pretendiam batizar a futura sede da Secretaria Municipal de Educação com nomes diferentes.
 
No dia 27 de abril, Valéria Marson (PSDB) protocolou projeto batizando o imóvel com o nome do professor Michel Astun. Sete dias depois, Alexandre Ferreira (PSDB) também decidiu mandar proposta para a Câmara sugerindo que o nome fosse professor Ivan Silva Cunha.
 
Diante da saia-justa, os vereadores fugiram da polêmica e adiaram os dois projetos por quatro sessões, até que encontrem uma solução. “A Valéria acha que tem o direito porque protocolou primeiro. O governo também acha que o direito é dele. Para não ter disputa e não magoar as famílias, pedi um mês de prazo para que a gente sente e chegue ao consenso”, disse o vereador Laercinho (PP), vice-líder do prefeito na Câmara.
 
Uma das propostas avaliadas é oferecer duas escolas para colocar os nomes propostos por Valéria e pelo prefeito. Um terceiro nome seria dado ao prédio da Secretaria de Educação. 
 
Ainda na sessão de ontem, a Câmara aprovou em regime de urgência projeto que derruba o desconto que é feito no salário dos vereadores que não participam de sessões solenes.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários