A pergunta humana que preocupa,
É a mesma que se consome,
É a mesma que descompleta,
Que talvez emocione.
Não sei se ela tem nome,
Só sei que ela me preocupa,
Com tantos vilipêndios,
Com toda a sua culpa.
Nem sei se existe.
A liberdade vira uma ilusão,
Saudade é o mesmo que paixão,
Sofrimento que se mede com toda razão.
E escrevendo as angústias,
De um solitário comum,
Percebo que a hipocrisia,
Não me faz mal algum.
O cumprimento de um sonho,
Aquele que não é seu,
O mundo com uma paisagem,
Que escurece e escureceu.
Não são palavras tristes,
É o real e o são,
Cabem até em uma canção
Que ninguém ainda espalhou pela imensidão.
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