O preço único fixado pelas cooperativas (em) conluio (com a) Prefeitura é contra a lei, já que o taxímetro é aferido uma vez por ano. Se não estiver funcionando adequadamente o táxi fica proibido de circular. Foi forma de encarecer para os mais ricos (moradores do Centro) e baratear para os mais pobres (que moram longe). Se o taxímetro fosse usado normalmente, da maneira para a qual foi concebido, corrida para o Centro custaria menos de R$ 10, e para certos bairros distantes custaria entre R$ 25 e R$ 30. Demagogia da administração petista de Gilmar Dominici que a festejada e badalada administração de Sidnei Rocha fez vista grossa.
N.M.
Franca - SP
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