Segundo a mãe de Davi Miguel, Dinea Gama, ontem saiu o resultado de uma ressonância que avaliou as condições das veias do bebê. O exame mostrou que ele não nasceu com uma veia importante na perna, o que diminui as opções de acesso para colocação de cateter. “Por enquanto ele está com o cateter no peito e não há ainda necessidade de trocá-lo”, ponderou a mãe.
O laudo deste exame, realizado no hospital Samaritano de São Paulo, foi enviado para o médico Rodrigo Vianna, diretor do setor de transplante do hospital Jackson Memorial.
A família do bebê de um ano de idade aguarda ansiosa por um desfecho favorável do processo. “Vamos ver se nesta semana alguma coisa é resolvida. O Davi está pronto para a cirurgia, só falta o depósito”, disse o pai da criança, Jesimar Gama.
Davi Miguel nasceu com uma síndrome rara que o impede de absorver os nutrientes. Ele precisa de um transplante de intestino ou multivisceral para se curar. O hospital Jackson Memorial é onde a cirurgia tem mais chances de sucesso.
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