Mulher recusa sexo sem camisinha e é estuprada por rapaz de 32 anos


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Imagem de arquivo
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A polícia de Franca prendeu por estupro, no final da manhã de domingo, um auxiliar de serviços-gerais, de 32 anos, da Vila Santa Maria do Carmo. A vítima do crime foi uma moradora de Batatais, de 36 anos, que conheceu o acusado na noite de sábado. Os dois usaram crack durante algumas horas. Como não tinha camisinha, a mulher se recusou a fazer sexo e foi brutalmente agredida e violentada sexualmente. PMs flagraram as agressões. A vítima foi internada e o agressor, preso.
 
Os fatos chegaram ao conhecimento da polícia por volta das 11 horas, através de vizinhos do auxiliar. Alguns deles ouviram gritos de socorro vindo do interior da casa do rapaz e ligaram para o telefone 190 da PM. Uma equipe foi designada para constatar as denúncias. Chegando ao local, os policiais ouviram a voz de uma pessoa do sexo masculino gritando “cala a boca, se não eu te mato”. Foi a “senha” para que a equipe entrasse na residência.
 
Os PMs se depararam com o auxiliar no quarto sobre a mulher, puxando o cabelo dela e batendo sua cabeça no chão. Os dois estavam nus. Os policiais tiraram o acusado de cima da vítima e pediram que ambos se vestissem. A mulher apresentava dificuldades para se mexer e tinha ferimentos no rosto e na cabeça. A unidade do Samu foi comunicada. 
 
‘Sem camisinha, não’
Antes da chegada do socorro, os policiais perguntaram ao casal o que estava ocorrendo. A mulher disse que conheceu o agressor na noite de sábado. “Ele me convidou para usarmos droga na casa dele e aceitei”, revelou a vítima. Ainda de acordo com o depoimento dela, os dois fizeram uso de crack e a mesma concordou em manter relações sexuais, mas exigiu que fosse com o uso de preservativo. “Eu disse que sem camisinha, não. Ele não tinha e passou a me agredir”, revelou.
 
A mulher contou que usando de força física, o agressor a imobilizou e a amarrou com um pedaço de fio. Depois, arrancou suas vestes e a estuprou. Ainda de acordo com ela, o auxiliar a agrediu com socos, pontapés, tapas, puxões de cabelo e tentou sufocá-la com um travesseiro, além de bater sua cabeça no chão várias vezes. “Vocês me salvaram”, disse, por fim, a mulher aos policiais militares.
 
Socorrida, a vítima foi internada na Santa Casa. O auxiliar, bastante alterado por causa das drogas, foi apresentado no Plantão Policial. Autuado em flagrante por estupro, ele foi recolhido na cadeia do Jardim Guanabara, de onde deve seguir hoje para o CDP (Centro de Detenção Provisória) de Serra Azul (SP). A unidade é destinada a acusados de crimes sexuais.
 
Na casa onde ocorreu o crime, a Polícia Civil apreendeu para perícia um travesseiro e um saco plástico com manchas de sangue, assim como o fio elétrico que teria sido usado para amarrar a vítima.

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