FIM DA GREVE


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Tudo é questão de ponto de vista. São R$ 10. É só 4% a mais que a proposta inicial, mas é 50% a mais que o reajuste proposto — 7,7%! Com pequenas perdas ao longo de anos, a maioria dos trabalhadores e aposentados acumula defasagem salarial maior que 20%. Quem luta, aos poucos diminui as perdas. Quem não luta, continuará perdendo. Muitos de nós fizemos contas do que perdemos com a greve, mas será que pensamos nas contas do que vamos perder com os quase 40% de aumento na energia, os mais de 15% de aumento da água, os mais de 8% de aumento dos combustíveis?! Os servidores diminuíram esse impacto. Não podemos transformar nossa frustração em crítica a quem tem inteligência, força, união e coragem de fazer o que gente não faz. Além de não enriquecer o bolso, empobrece a alma. (Leia em http://gcn.net.br/no ticia/285994/franca/2015/05/prefeitura-tera-que-pagar-salarios-descontados-de- servidores-em-greve).
Dilermando
Franca - SP
 
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Tenta-se desqualificar a vitória dos servidores argumentando que a questão financeira não ficou a contento. No entanto, sem a greve, o cartão alimentação poderia ter sido extinto já que a validade era de um ano. Além disso, o aumento, em si,  teria sido zero, pretensão inicial da Prefeitura. A greve representou golpe final em qualquer pretensão do imperador (sic, o prefeito de Franca) a reeleger-se. Então, não foi só mais R$ 10. Ademais, a questão ainda não está totalmente resolvida. Vários quesitos não foram decididos pela unanimidade dos juízes, e então, cabe recurso ao TST. O Sindicato deveria explorar essa possibilidade para melhorar mais o resultado do julgamento do TRT. Sobre críticas, acho que as pessoas deveriam centrar é no imperador (sic) e vereadores que atropelaram as negociações, forçando a deflagração da greve. Ano que vem tem eleição. Não podemos nos esquecer dos erros cometidos na última, quando reconduzimos  esses infelizes (sic) a seus cargos. 
Rodrigo
Franca - SP
 
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O movimento foi autêntica aula de democracia ao prefeito, vereadores, servidores, eleitores e população em geral. Como greve espontânea, ordeira, pacífica, expressou  a indignação da maioria dos servidores com a forma política truculenta e de segregação econômica que vem sendo travada pelo Executivo e o Legislativo. (...) restou aos servidores confiar no Judiciário. (...) acho que os eleitores deveriam se fazer presentes em todas as sessões da Câmara, daqui em diante. Renovação drástica dos que lá estão se faz urgente e necessária. 
E.A.
Franca - SP

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