Polícia fecha casa de bingo clandestina na zona Oeste


| Tempo de leitura: 2 min
Máquinas encontradas em residência do bairro São Joaquim teriam sido usadas por jogadores durante a madrugada. Polícia procura resaponsável por imóvel
Máquinas encontradas em residência do bairro São Joaquim teriam sido usadas por jogadores durante a madrugada. Polícia procura resaponsável por imóvel
Agentes do 4º Distrito Policial de Franca, comandados pelo delegado Dalmo Mateus Pólo, fecharam na manhã de ontem uma casa de bingo eletrônico clandestina. A polícia chegou ao imóvel localizado na rua Paulino Liboni, Bairro São Joaquim, zona Oeste, através de denúncia. Seis máquinas caça-níqueis que teriam sido utilizadas durante a madrugada, foram apreendidas. Ninguém foi preso.
 
“Esta operação teve início na segunda-feira e deve continuar nos próximos dias”, destacou o delegado Pólo. No total, em três dias, o 4º DP tirou de circulação 14 máquina caça-níqueis. Além das seis de ontem, a polícia apreendeu na segunda-feira outras quatro em uma empresa de painéis no Distrito Industrial e mais quatro, na manhã de terça-feira, em uma casa do Residencial Paraíso.
 
Ao contrário das duas primeiras apreensões, onde as máquinas não apresentavam sinais de utilização, as de ontem estavam conectadas à energia. “As provas colhidas no local dos fatos deixam claro que durante a madrugada elas (caça-níqueis) foram utilizadas por jogadores”, disse Pólo.
 
Para entrar no local, os agentes do 4º DP festavam munidos de mandado de busca e apreensão expedido pelo Juízo da 1ª Vara Criminal. Inicialmente foram realizadas várias tentativas de falar com o suposto morador do imóvel. Sem que ninguém se apresentasse para receber os policiais, eles arrombaram o portão de acesso e entraram na casa. Não havia ninguém.
 
Além das seis máquinas conectadas à energia, os policiais localizaram um caderno com nomes diversos e valores anotados. “Deduzimos tratar-se da contabilidade do bingo clandestino”, disse o delegado. Uma conta de energia em nome do suspeito de ser o proprietário do negócio ilegal foi apreendida, junto com a fatura de uma rede de lojas em nome de um segundo indivíduo, que seria irmão do dono.
 
Peritos do IC (Instituto de Criminalística) foram acionados. Eles apreenderam os dispositivos de memória. De acordo com o delegado do caso, os dispositivos servirão para embasar o laudo. Os noteiros (dispositivos eletrônicos que fazem a leituram e e contam as cédulas introduzidas nas máquinas) foram destruídos.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários