Com audiência marcada pelo Tribunal Regional do Trabalho para a próxima quarta-feira, às 13h30, os servidores esperam retomar as atividades no dia seguinte. Uma assembleia na quarta à noite determinará o próximo passo a ser dado após o julgamento.
O dissídio de greve só chega às vias judiciais quando se trata de uma situação extrema e em que as partes não chegam a uma conciliação. Este é o caso dos servidores de Franca e a Prefeitura.
Em greve desde o dia 28 de março, eles cruzaram os braços em forma de protesto à conduta do prefeito Alexandre Ferreira durante as negociações salariais. Os trabalhadores se revoltaram após o projeto aprovado pela Câmara em regime de urgência ter fixado a correção sem um diálogo entre as partes.
Eles queriam um reajuste no salário, no cartão-alimentação e no abono escolar.
A Prefeitura não cedeu nada além do valor da inflação. Mais de 40 dias depois, sindicato e administração não chegaram a um acordo e o caso foi parar na Justiça.
Agora, os servidores aguardam a decisão dos tribunais a respeito da legalidade da greve e do aumento no vale-alimentação e no salário. “Quarta será o dia em que receberemos uma resposta. Estamos ansiosos para voltar ao trabalho”, ressaltou o presidente do Sindicato dos Servidores Municipais, Fernando Nascimento.
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