A Polícia Civil de Ituverava, na região de administrativa de Franca, abriu um inquérito para investigar a morte de uma mulher de 32 anos em uma clínica da cidade. A assistente social Leise Daiane Magalhães morreu no dia 3 de abril dentro da clínica de recuperação de dependentes químicos. A família cobra explicações e diz que Leise morreu vítima de negligência.
O caso ganhou repercussão na mídia. Leise era irmã da locutora de rodeios Mara Magalhães, que tem usado as redes sociais para cobrir explicações.
A assistente social era viciada em drogas, tinha depressão e ficou internada por 70 dias na clínica. Seu corpo foi encontrado enforcado com um cadarço de tênis, amarrado dentro do banheiro.
Em reportagem do jornal Diário da Região, Mara disse não acreditar na versão da clínica. “Todo pai e toda mãe que leva um filho para uma clínica quer recebê-lo de volta bem. Nós a levamos para que ela voltasse linda como quando chegou lá. E ficou muita coisa sem explicação. Eu quero saber a verdade”, disse Mara Magalhães ao jornal.
A Polícia Civil registrou o caso como morte suspeita e espera o laudo do IML (Instituto Médico Legal) para saber as causas da morte.
A CLÍNICA
“É muito fácil transferir a culpa. Clínica nenhuma vai colocar uma funcionária para vigiar o sono de uma paciente. A Leise era uma pessoa participativa das atividades, não havia indícios que determinassem que ela precisava de um cuidado a mais”, disse Claudia Ponciano Pugliani de Oliveira, proprietária da clínica de Ituverava.
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