Os profissionais que estudam os terremotos são os geólogos e sismólogos. O principal equipamento para avaliar a força dos terremotos é o sismógrafo, que se destina a detectar e medir as ondas mecânicas e as vibrações geradas pelos terremotos. Um terremoto acontece quando as placas tectônicas que se encontram no interior do planeta se movem, chocando-se umas às outras. Este atrito violento (veja imagem ao lado) faz com que seja liberada grande energia, o que provoca a ruptura do solo que, por sua vez, faz cair prédios e soterrar pessoas. É como se várias bombas atômicas explodissem dentro da Terra.
No Nepal aconteceu um tremor de grande magnitude no sábado, 25 de abril. Magnitude é o grau medido em números para descrever a força do terremoto. Este, do Nepal, mediu 7,8 graus. Depois do primeiro, muitos outros terremotos, de menor magnitude, foram registrados. Morreram cerca de 5 mil pessoas.
A Escala Richter, utilizada para medir a magnitude do terremoto, foi proposta em 1935 pelo sismólogo Charles Francis Richter (1900 -1985), que pretendia inicialmente empregá-la apenas para medir abalos no sul da Califórnia. A escala começa na magnitude 1 e não tem limite definido. Cada unidade de magnitude representa uma energia liberada dez vezes maior que o grau anterior. Terremotos que atingem até a magnitude 2 são considerados microterremotos e praticamente não são sentidos. A partir das magnitudes entre 4 e 5 na escala Richter, um tremor já é suficientemente forte e libera tanta energia mecânica que pode ser detectado por instrumentos instalados em vários locais do planeta.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.