Está desempregado?
Respire. Mais do que nunca será preciso ter foco, preparo e uma boa estratégia profissional. Ficar desesperado e dando tiro para todos os lados não será a melhor alternativa
Hoje o mundo apresenta muitas realidades ocorrendo simultaneamente, pois, a cada momento há mudanças nos diversos setores do mercado e o micro e macroambiente das organizações sofrem alterações constantes. Com isso, o maior desafio dos profissionais é o de acompanhar as mudanças e desenvolverem-se junto da organização onde trabalham.
Observando o movimento da economia, parece que acabou a era daqueles empregos quase vitalícios, onde o profissional com habilidades, competências que se atualizava constantemente ficava feliz em uma empresa até se aposentar. Não entramos no mérito se isso era melhor ou pior. A regra agora é cada um cuidar de sua carreira.
Com estruturas enxutas as empresas e funcionários estão se reinventando. Para o trabalhador é preciso exercer novas tarefas e lutar para ganhar em competitividade buscando estar sempre atualizado.
Minarelli (1995) explica empregabilidade. Para ele, a empregabilidade tem por base a realização constante de autoavaliações, sendo que estes pilares precisam estar coesos e articulados, eles funcionam num grau de interdependência. De nada adianta ter adequação profissional, competência ou estar atualizado em sua profissão se não for idôneo, se não possuir relacionamentos, se a saúde estiver fraca ou se não dispuser de reservas financeiras.
É verdadeiro entender-se então que atingir a empregabilidade é algo que vai além de ter competências e habilidades bem estabelecidas. É necessário seguir os seis pilares citados com rigor e assim será possível não apenas atingir a empregabilidade, mas mantê-la, o que parece mais complexo.
A corrida para a conquista de um emprego gera grande ansiedade que não se limita aqueles que estão iniciando na vida profissional. É sofrido para o jovem em busca do primeiro emprego e também para aquele profissional altamente experiente que perdeu o emprego. O jovem de 16 anos não é devidamente preparado em como se comportar nos contatos de emprego. Ele nunca participou do mundo empresarial e se depara com uma sala cheia de candidatos inseguros como ele, a espera de uma entrevista, visualiza uma área produtiva enorme, com muitos funcionários trabalhando, ou um escritório cheio de pessoas focadas em seus computadores, resolvendo problemas, tensas.
Assim a falta de preparo simples de como preencher um cadastro, como sentar-.se, e outros junta-se ao medo e ansiedade de não estar a altura do cargo, de não obter a chance do primeiro emprego
O profissional que já tem 15 ou 20 anos de experiência , com currículo impecável em termos de cursos de atualização e aperfeiçoamento, também quando consegue uma entrevista se depara com a sala cheia de candidatos no mesmo nível e dificuldade. Neste caso pode ser o currículo e o salário antigo a excluí-lo do processo seletivo.
Neste caso as empresas sempre têm a exlicação de que “ olha, você é o candidato ideal para nossa vaga, mas seu salário não cabe no nosso orçamento”. Não adianta o candidato explicar que aceita menor salário, que o importante é recomeçar, enfrentar o novo desafio. Isto porque os selecionadores normalmente deduzem que este profissional não irá se fixar na empresa. Mas, algumas ações fazem a diferença entre conseguir ou não a tão necessária e sonhada vaga.
Para o aprendiz, aproveite a internet, alguém experiente da família, um profissional de RH para buscar informações de como se comportar, o que vestir, como responder ao entrevistador, a postura corporal ideal.
As perguntas que os jovens sempre tem são: será que vou dar certo? Vou consegui r o emprego? Como serão meus companheiros de trabalho? E se eu errar na execução do trabalho? A capacidade de aprender o tempo todo , ser bom observador, buscar entender como as pessoas se relacionam fará toda a diferença .
Para o trabalhador experiente retornar ao mercado este terá que se reinventar. É preciso ser um profissional polivalente, que faça a diferença,aquele antenado no que a empresa está precisando, que colabore com seu grupo de trabalho.O desempenho profissional será agora medido pela relevância da sua contribuição para os resultados da empresa. É preciso mais que cumprir horário e tarefas da rotina diária. As empresas precisa de gente que aponte soluções para seus problemas.
Troque o comportamento passivo para um empreendedor.Assuma a empresa como se fosse sua e logo será notada a sua lealdade.
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