É indiscutível dizer que a internet é uma ferramenta da maior importância hoje, para consultas, pesquisas e meio de comunicação e informações de dados, o que equivale afirmar que, mesmo não querendo, somos arrastados pela sua rede. Entretanto, muitas pessoas se tornaram escravas dos bate-papos virtuais, mensagens e joguinhos disponíveis inclusive nos celulares. Aí vira uma obsessão. Dia desses alguém teve o cuidado de fotografar com seu celular um momento de reunião familiar, com cinco pessoas em volta da mesa, no maior silêncio, cada uma trocando mensagens com pessoas diferentes ao celular, ou seja, presentes fisicamente e distantes na comunicação. Num outro caso, uma jovem, na mesma casa que seu pai, em vez de falar diretamente com ele, postou a mensagem: “Pai, vamos comer uma pizza?” E ele gritou de onde estava: “Tudo bem, filha, desce aqui na sala!” Recentemente, vi um registro no Facebook, em que um camarada entrou com seu carro na traseira de um caminhão, dirigindo enquanto lia e respondia a mensagens pelo WhatsApp. Mesmo sendo proibida essa prática, um grande número de motoristas dirige falando ao celular, correndo o mesmo risco. E acham que não devem ser multados. Vejam também os pedestres, que atravessam a rua, junto a uma esquina movimentada e seguem distraídos com o celular. Infelizmente, as pessoas já não conversam mais, envolvidas pela internet. Então, se não quiser que seus filhos fiquem com essa dependência doentia, imponha restrições ao uso do celular, começando pelo horário da escola, já que a maioria delas, é proibido. Dê exemplo também.
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