O mundo mudou e se modernizou. Há que se ter um olhar diferente ao Brasil agrícola. Financeiramente, o país e as empresas têm meios de sobra para investir mais no campo. O retorno é sustentável. O momento atual poderá pode parecer sombrio, mas o olhar tem que ser no médio e longo prazo. Crescimento significativo da busca de profissionais para dar sustentação ao desenvolvimento do mercado do agronegócio se fortalece há uma década. O Brasil acompanha essa ampliação, mas se focar melhor no segmento conseguirá se destacar internacionalmente, e será inédito.
Atualmente, empresas do agronegócio têm recursos suficientes para continuarem em ascensão. Para que esse cenário prossiga positivo, os profissionais do setor não podem deixar oportunidades passarem. É preciso agarrar para impulsionar o crescimento do mercado. Temos boas demandas em empresas que atuam em diversos segmentos, passando por áreas de produção agrícola, defensivos agrícolas, máquinas e implementos, biotecnologia, fertilizantes químicos, grãos e sucroalcooleiro. Além disso, o mercado mundial está cada vez mais competitivo. O Brasil já explora novas fronteiras há algum tempo no Cerrado, Triângulo Mineiro, Maranhão, Piauí e oeste Baiano. Além desses fatores, o país tem procurado corredores de exportação alternativos para atender mercados mundiais de forma mais competitiva.
O mercado de trabalho no agronegócio responde rapidamente quando há investimento, quando as safras confrontam as norte-americanas, e quando o clima favorece; especialmente quando a oferta de mão de obra especializada está disponível. De certa maneira, a mão de obra especializada é fator crítico de sucesso. Vamos focar nisso. O Brasil tem que se consolidar como celeiro do mundo. Já temos as terras, o clima, os solos . Se houver melhor na infraestrutura e logística, seremos imbatíveis.
Jeffrey Abrahams
Sócio-gerente da Fesa, consultoria de busca e seleção de altos executivos
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