Da imaginação para a realidade


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O mundo que eu quero não está nos contos de fadas ou histórias fantásticas. Não quero casas construídas com doces, árvores de guloseimas ou nuvens de algodão. Apesar disso, a realidade é que hoje  o mundo que eu desejo para mim e para todos, ainda é parte apenas da minha imaginação. 
 
Quero o verde vivo das árvores, o azul límpido do céu, pássaros sobrevoando nuvens que não são de fumaça. Riachos, rios, lagos e mares cristalinos, com os peixes saltando de alegria, e não buscando socorro para se livrarem da poluição a que os temos submetido. 
 
Mas, afinal, o que é preciso para que o meu mundo saia do imaginário e se torne real? Como construir um mundo ideal, sem o medo de agir que nos atormenta?
 
Eu quero e preciso de um mundo em que as pessoas possam sair de casa sem se sentirem em constante ameaça a cada esquina que atravessarem. Um mundo em que a liberdade seja a grande lei a nos reger, e que não sejamos mais prisioneiros da violência, do preconceito, da desigualdade social. Eu quero um mundo em que essa liberdade venha de mãos dadas com o respeito, em todas as suas formas: ao próximo, à natureza, ao mundo, à vida! Será que eu quero muito?
 
Não pedi super  heróis, mundos paralelos, magia... O que quero para o meu mundo é conseguir ver o futuro sem medo de que, talvez, ele possa não existir para mim, meus filhos, netos. E, afinal, quem não quer um mundo assim? 
 
Que tal estender suas mãos, para juntos construirmos essa realidade? Abandonar a comodidade e o conformismo em que estamos inseridos e tornar realidade o mundo que eu quero, que você quer, que é o futuro que todos nós queremos?! Então... mãos à obra!
 
 
Maria Eduarda, 9º ano A, 
Escola “Professora Sueli Machado da Silva”

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