Histórias que encantam sempre


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Ilustração de A Bela Adormecida
Ilustração de A Bela Adormecida
Abril é um mês especial para  a literatura infantil. É que nele celebra-se o nascimento de do poeta e  prosador dinamarquês  Hans Christian Andersen, cuja pequena biografia pode ser encontrada na página  3 deste Clubinho. Ele foi o primeiro autor a se preocupar em recolher   na tradição histórias  clássicas contadas  às  crianças.  Levou  estas histórias  clássicas para os livros. Clássicas são as histórias contadas a muitas gerações, sem perder a atualidade. Os avós leram, os pais também, os filhos idem.  Os contos infantis  encantam por sua magia e pelo fato de que no seu enredo encontramos a sabedoria  do povo. Sim, porque a maioria deles nasceu na boca do povo e vem sendo recontada  há  séculos.. 
 
Assim acontece com A Bela Adormecida; A Bela e a Fera; Rapunzel; Branca de Neve e os sete anões; Chapeuzinho Vermelho; João e Maria; O Gato de Botas; O soldadinho de chumbo; Os três porquinhos; O patinho feio.
 
São dez histórias de ficção. A palavra ficção  significa “ aquilo que é criado pela imaginação dos autores”. Depois  essas histórias foram transcritas, ou seja, um escritor que as ouviu as  levou para a forma escrita. Elas passaram a ser lidas nos livros e não apenas ouvidas da boca dos adultos. E nessa transposição do que era apenas falado para o que é escrito, podem acontecer mudanças no jeito de contar. Ou seja, a história pode ser contada em prosa ou em verso. 
 
Editora conhecida por publicar lindos livros para crianças, a  Moderna  está lançando uma coleção de dez clássicos infantis em forma de versos. Eles foram reescritos por escritores de nossa época e ilustrados por grandes artistas. Vamos fazer uma síntese em versos de cada livro. A síntese é um resumo da história. Se você gostar, pode comprar os livros pela Internet. Basta entrar no site da editora: http:www.modernaliteratura.com.br. Cada livro custa R$39,00.
 
 
Rapunzel (recontada por Aurélio de Oliveira)
“Prisioneira em uma torre/ Rapunzel cresceu sozinha/ servindo a uma bruxa má/ sem mãe, sem pai, coitadinha!// Via os anos passarem/ lá em cima, na prisão/ e seus cabelos crescerem/ até tocarem o chão”
 
A Bela Adormecida (recontada por Elza Fiúza)
“A feiticeira maldosa/ querendo terrível vingança/ lança um feitiço tremendo/ na vida de uma criança!// Quando crescesse a princesa/ sofreria uma ferida/ e, coitada, ficaria/ para sempre adormecida!”
 
Branca de Neve (recontado por Álvaro Muniz e Flávia Muniz)
“Pele branca como a neve/ cabelo de escuridão/a beleza da menina/ será sua perdição// Pois a madrasta invejosa/ que se achava a mais bela/ vai ficando furiosa/ e quer acabar com ela!”
 
Chapéuzinho Vermelho (recontado por Álvaro Muniz e Flávia Muniz)
“Pele branca como a neve/ cabelo de escuridão/a beleza da menina/ será sua perdição// Pois a madrasta invejosa/ que se achava a mais bela/ vai ficando furiosa/ e quer acabar com ela!”
 
A Bela e Fera (recontada por Elza Fiúza)
“Pra salvar o pai da morte/ Bela é forçada a morar/ com um homem horroroso/ uma fera de espantar// Mas esta  história tão linda/ com muito amor pelo meio/ transforma tudo em carinho/ e em lindo o que era feio.”
 
João e Maria (recontada por Flávia Muniz)
“Na floresta abandonados/ com uma fome de doer/ o João e a Maria/  nada tinham para comer// Viram casa feita de doces/  que era  muito apetitosa/ ali morava velha estranha/ e muito misteriosa.”
 
O Gato de Botas (recontada por João de Braga, o Braguinha)
“Ele é esperto como quê / e vive a contar lorotas/ ele engana todo mundo/ ele é o Gato de Botas// Para ajudar a seu dono/ em qualquer situação/ desafia um tremendo bruxo/ e enfrenta até leão.”
 
O Soldadinho de Chumbo (recontada por Flávia Muniz)
“Este nosso soldadinho/ mesmo de uma perna só/ era muito elegante/  não inspirava nenhum dó// Bem no meio dos brinquedos/ encontrou a sua sina:/ uma doce namorada/ encantadora bailarina.”
 
Os Três Porquinhos (recontada por  Laís  Carr Ribeiro)
Nesta história famosa,/ vejam o que eu vou contar:/ três porquinhos resolveram/ fazer casa pra morar.// Mas um lobo bem malvado quis/ a todos devorar/ e pensou que era capaz/ de as casinhas derrubar...

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