Se a noite é de céu limpo, sem nuvens, a gente pode ter a sorte de enxergar uma estrela cortando o céu. O fenômeno é bonito mas fugaz, quer dizer, muito rápido. Mal dá para formular um pedido. Diz a lenda que se conseguimos pensar em algo que desejamos neste momento, é bem grande a possibilidade de o desejo se tornar realidade...
Na verdade, o objeto luminoso que vemos não é uma estrela. É, isto sim, um meteoro. É um pedaço de rocha ou de metal que se solta de cometas, de asteroides e até mesmo de um planeta mais próximo da Terra, que é Marte. Eles se soltam, se deslocam pelo espaço, e quando entram na atmosfera (camada de gases que envolve o nosso planeta e o protege), incendeiam-se. E por que pegam fogo? Principalmente por causa do atrito, pois viajam a grande velocidade. A maioria deles pega fogo e se dissolve. Mas alguns conseguem atravessar a atmosfera, caindo no chão.
Há épocas do ano em que é possível vê-los em maior quantidade. No Brasil, dá para ver chuvas de meteoros nos meses de julho, agosto e dezembro. São vários pedaços de cometas que riscam o céu como uma chuva brilhante. Isso acontece porque quando os cometas transitam em direção ao Sol, parte deles derrete e pedacinhos de rocha riscam o céu. É bem bonito de se ver. Qualquer pessoa pode assistir a este espetáculo. O melhor jeito é deitar-se no chão numa noite de céu limpo e sem lua ( o clarão da lua atrapalha a visão) e aguardar. Quando você perceber, eles estarão chovendo brilhos no céu.
Os pequenos meteoros passam despercebidos se caem em lugares não habitados ou no mar. Os grandes causam estragos. Foi um meteoro (também chamado de meteorito) gigante que caiu na Terra, levantou um volume extraordinário de poeira e extinguiu a vida então existente. Foi assim que os dinossauros desapareceram da face do nosso planeta.
INTERESSANTE
O maior meteoro conhecido recebeu o nome de Hoba West e foi encontrado na África, em 1920.
Todos os anos, cerca de 10 mil toneladas de rochas e metal entram na atmosfera.
Quando um meteoro grande cai na Terra, abre enormes crateras, de até 1 km de largura.
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