Ministério Público processa 12 por desvio


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O caso do desvio de recursos nas obras de quatro creches municipais envolvendo a FFC Engenharia e Construções e fiscais da Secretaria Municipal de Planejamento agora é analisado pela Justiça. 
 
Na semana passada, o promotor de Justiça Paulo César Corrêa Borges ingressou com uma ação civil de improbidade administrativa contra o prefeito Alexandre Ferreira (PSDB), o secretário de Planejamento Nicola Rossano, a ex-diretora Gilcelene Nicolau, o ex-gerente Leandro Coelho, o fiscal afastado José Rafael Rosa, o marido de Gilcelene Darci Ferreira, além dos empresários José Eduardo Corrêa, dono da FFC, seu filho Rafael, e os empreiteiros Mauro Pimentel e Jonatas Roberto Fonseca. No processo, o promotor pede a devolução de mais de R$ 565 mil pagos irregularmente à FFC. 
 
Segundo o promotor, no esquema, os fiscais fraudavam as medições das obras para pagar por serviços não realizados. Além disso, também teriam cobrado propina para autorizar aditamentos financeiros que só não foram concretizados por conta de pareceres negativos do Departamento Jurídico da Prefeitura (veja mais detalhes sobre o caso no quadro ao lado). 
 

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