Davi Miguel está internado no Hospital Samaritano (SP), desde 20 de março, após ser transferido do Hospital Regional de Franca. Ele nasceu com uma doença rara, que o impede de absorver os alimentos. A cura depende de um transplante de intestino a ser feito nos EUA. A família não tem condições de custear as despesas. No próximo dia 10, será realizada nova audiência judicial em que a família vai reafirmar o pedido para que a União cubra as despesas. Enquanto a União recorre de decisão que obriga o pagamento, o bebê luta para sobreviver. Ações de arrecadações garantem o suporte que o governo se nega a dar. A família estima que serão necessários 2 milhões de dólares para o tratamento, dos quais conseguiu até o momento apenas cerca de 20%. “Fiquei muito feliz de saber que o GCN vai promover um dia para ajudar meu filho. Somos muito gratos. O jornal foi um dos primeiros a revelarem o problema que ele enfrenta e está sempre apoiando as ações”, disse Dinea Gama, mãe de Davi Miguel.
Ela afirma que não há mais nada que se possa fazer pelo seu filho no Brasil. A família está indignada com postura do governo. “Ele está no peso ideal. É uma situação angustiante ver o governo ficar se apegando a coisas pequenas e não levar em consideração que a vida de uma criança está em jogo”.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.