O delegado Márcio Garcia Murari, titular da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Franca, afirmou na tarde de ontem que ainda não há pistas dos envolvidos na morte do vigilante noturno Carlos Henrique Neves, 60. Baleado na noite do último dia 10 de março, Neves, que residia no City Petrópolis, zona Norte de Franca, não resistiu aos ferimentos e morreu na tarde de segunda na Santa Casa. “As investigações foram intensificadas após a morte, mas ainda não há pistas dos autores do crime”, limitou-se a informar o delegado, que trabalha no caso com uma equipe da DIG, junto com o Setor de Investigações do 2º DP.
Neves era funcionário de um curtume às margens da rodovia Prefeito Fábio Talarico. Na noite do dia 10 de março, o local foi invadido por dois bandidos, um deles armado.
Um funcionário foi rendido e obrigado a levar os autores até a sala dos seguranças, onde estava o vigilante. Neves viu a movimentação através de câmeras e acionou o botão de pânico.
Antes, porém, da chegada de apoio, os marginais arrombaram a porta da sala onde Neves estava. Através de imagens gravadas, é possível perceber quando um dos invasores entrou e saiu rapidamente. O comparsa com a arma efetuou três disparos e a dupla fugiu sem levar nada.
Atingido no abdômen e no quadril, lado direito, o idoso foi socorrido por uma guarnição da Polícia Militar. Segunda-feira, por volta das 14h30, ele morreu na Santa Casa. No início de fevereiro, Neves havia sido rendido por bandidos que tentaram roubar o local, mas não conseguiram. Na ocasião, o idoso foi amordaçado, amarrado e agredido após os marginais saberem que ele havia acionado o botão de pânico.
Veja o vídeo do crime:
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