Os funcionários da Prefeitura também aprovaram que seja feita uma moção de repúdio contra os vereadores que se uniram ao prefeito para aplicar o que os servidores classificaram como “golpe”. Não é pouca coisa. A categoria reúne cerca de 4,5 mil trabalhadores.
Apenas Márcio do Flórida (PT) esteve na assembleia. Além do petista, Radaeli e Valéria foram os únicos poupados. Se os demais tivessem ido, ouviriam que foram chamados de “inimigos” pelos servidores. Foi feita uma espécie de chamada durante a reunião. Ao terem os nomes anunciados um a um, os vereadores foram ostensivamente vaiados. Vergara foi o líder no “vaiômetro”. “A indignação é total com a Câmara, principalmente com Vergara. Sendo sindicalista, ele nos atrapalhou na negociação e ajudou o prefeito a empurrar os valores decididos por eles. A Câmara pisou na bola com os servidores”, disse Fernando Nascimento. “A Câmara está perdendo a identidade dela e está deixando o prefeito, que já se mostrou autoritário, influenciar no Legislativo”, completou Andreia Braguim.
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