Em nota, prefeito e secretário municipal negam envolvimento e omissão


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O prefeito Alexandre Ferreira (PSDB) e seu secretário de Planejamento Urbano, Nicola Rossano da Costa, foram procurados no início da noite de ontem para comentar as acusações feitas pelo Ministério Público do Estado. 
 
Também em nota, negaram que tenham sido omissos em relação às irregularidades apontadas. “Foi aberta sindicância na Auditoria Interna da Prefeitura, em novembro de 2014, para apurar os fatos. Os pagamentos à construtora foram suspensos.”
 
Segundo a nota, os fatos só teriam se tornado públicos por causa da suspensão dos pagamentos. “Foi essa medida que gerou a formalização das reclamações dos trabalhadores, sendo este o motivo da instauração do procedimento do Ministério Público”, disse.
 
A nota afirma que todas as medidas cabíveis para “ampla apuração” dos fatos foram tomadas, mas não explica quais medidas foram estas e nem por que, diante das acusações feitas aos funcionários da Prefeitura, os mesmos continuam trabalhando normalmente em suas funções. 
 
Também não explica por que o prefeito, sendo advertido em agosto de 2014 sobre os problemas nas obras da FFC, só foi suspender o pagamento em dezembro, quatro meses depois. 
 
Por fim, a nota diz que a Prefeitura está prestando todos os esclarecimentos ao Ministério Público e à Justiça, inclusive, “colaborando com informações levantadas pela Auditoria Interna da Prefeitura, cuja apuração começou antes mesmo dos procedimentos realizados pelo Ministério Público”.

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