Certas coisas nos deixam revoltados: Aquele italiano, Césare Battisti, condenado em seu país por homicídio e crimes políticos, e que deveria ser extraditado ou deportado, novamente foi defendido aqui por advogados, pagos por alguém, mantendo-o em liberdade. E veio a cena pior: O secretário de Direitos Humanos, Eduardo Suplicy, aparece escoltando o camarada em seu carro, como se fosse um herói.
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