Nós gostamos de ser professores então, como mudar de profissão? Mas realmente acho o aumento muito alto, embora seja real e plausível, talvez seja para favorecer um aumento maior na contraproposta do governo. Já as outras reivindicações são realmente reais. Ministrar aulas para mais de 30 alunos é difícil para averiguar a aprendizagem. E estão cortando muitas verbas além de terceirizar alguns setores dentro das escolas (tirando de si, governo, a responsabilidade). Algo que faltou na pauta é maior autoridade do professor em sala: ficamos amarrados em estatutos ultrapassados e os alunos fazem o que querem e continuam a estudar. Deveria ter núcleos escolares para alunos problemáticos, comandados por militares. Quanto a atrapalhar as aulas, depois repõem, embora eu defenda a greve de maneira diferente, como: um dia da semana parado, mas é ilegal pelo que parece. Leia a respeito em http:/ /www.gcn.net.br//noticia /281106/franca/2015/03/greve-dos-professores-tem-38-de-adesao-nas-escolas-de-franca.
Saulo
Franca - SP
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Lei da oferta e demanda é básica em economia. Quanto maior a oferta de professores que se dispõem a pleitear uma vaga menor será sua remuneração. Tomando-se como parâmetro o último concurso para professores, existem milhares dispostos a trabalhar por essa remuneração atual.
Leandro
Franca - SP
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O que a assessoria da Secretaria da Educação quis dizer quando falou “as ausências pontuais são substituídas pelo quadro de professores eventuais” ela se refere a estudantes de licenciatura de 1º ano, ou seja, pessoas que acabaram de entrar na faculdade. Se você pai, mãe ou responsável acredita que o seu filho está em sala de aula com um professor que não fez uma prova na graduação é o mesmo que ter aula de alguém que tenha quatro anos de graduação e anos de experiência em sala de aula são a mesma coisa, então mande seu filho à escola pois haverá aula “normalmente”. Quem quiser saber a real situação da educação no Estado é só falar com um aluno, ele conta. Leia em http://www .gcn.net.br//noticia/281045/franca/2015/03/professores-estaduais-cruzam-os-bracos-e-escolas-improvisam.
Júlia
Franca - SP
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É realmente uma pena que crianças e jovens fiquem prejudicados! E eles estão prejudicados também por causa das péssimas condições de trabalho, classes superlotadas, professores mal remunerados, enfim, por uma política descabida e sem respeito pelos direitos humanos. Se o governo negocia e para de agir com descaso, a greve é breve e as condições melhoradas. Mas se continua a tratar isso com ironia e deboche, chamando as reivindicações de novela, de fato o prejuízo social é maior.
Maria
Franca - SP
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