Caminhava ouvindo música de passarinho quando, de repente, um aroma me leva de volta ao “tempo de goiaba”. Nele o tacho de cobre sobre o fogareiro exala o inequívoco perfume, enquanto o creme vermelho intenso borbulha. Meu pai trouxera as frutas e minha mãe, minha irmã e eu preparávamos o doce. Um belo e delicioso ritual. Todo ano se repetia. Saudoso retorno da infância. Com gratidão abençoo a goiabeira e toda sua persistente e dadivosa espécie.
Zelita Verzola, professora
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