O vereador de Restinga Dejair Ferreira de Freitas (PMDB), o “Guim”, negou que tenha cometido fraudes em licitações na época em que era prefeito interino da cidade, em 2014. Guim é parte em uma investigação do Ministério Público que apura a formação de cartéis em disputas públicas para o fornecimento de material de construção para obras da prefeitura. O suposto golpe teria causado prejuízos ao município de R$ 108.940. “Tudo que fiz naquela época foi dentro da legalidade”, disse Guim.
Em fevereiro, o promotor de Justiça Paulo Borges, responsável pela investigação, solicitou a abertura de uma ação civil pública para apurar possíveis irregularidades. Além de Guim, outras 11 pessoas são parte no processo. Elas são acusadas de falsear a competição em concorrências públicas e favorecer sempre uma empresa do grupo.
Borges diz ainda ter constatado o superfaturamento de materiais e a execução de pagamentos antes da entrega dos produtos. Se condenado, o grupo terá que ressarcir a Prefeitura e pagar multa. Guim também pode perder o cargo de vereador e os direitos políticos por oito anos.
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