O vereador e ex-prefeito interino de Restinga Dejair Ferreira de Freitas (PMDB), o “Guim”, é parte no pedido de abertura de ação civil pública feita pelo Ministério Público à Justiça. Ele e mais 11 pessoas são acusados de fraudar licitações no período em que Guim assumiu interinamente a Prefeitura de Restinga no ano passado. O suposto golpe teria causado prejuízos ao município de R$ 108.940.
O grupo é acusado de formar uma espécie de cartel para promover um “rodízio licitatório”. Eles falseariam a competição em concorrências públicas para promover a vitória nas licitações sempre de alguma empresa pertencente ao grupo.
O promotor de Justiça Paulo Borges, responsável pela investigação do caso e pedido de abertura de ação civil pública, solicitou a quebra de sigilo fiscal e bancário dos envolvidos.
Se condenado, o grupo terá que ressarcir integralmente a Prefeitura de Restinga, além de pagar multa. Guim também poderá perder seu cargo de vereador além de perder os direitos políticos por oito anos.
O ex-prefeito interino foi procurado na noite de sábado para comentar as acusações da Promotoria, mas não foi encontrado em seu telefone celular.
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