A força destruidora dos vulcões


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Quando um vulcão entra em erupção, são liberados magma, vapores e cinzas
Quando um vulcão entra em erupção, são liberados magma, vapores e cinzas
Há alguns dias ficamos sabendo que o vulcão Villa Rica entrou em erupção no Chile. E que as pessoas que moravam nas proximidades tiveram de deixar o lugar. Muitas crianças procuraram saber por quê. 
 
Para entender como um vulcão entra em erupção, é preciso saber, em primeiro lugar, que na medida em que se avança para o interior do nosso planeta, a temperatura aumenta. No núcleo da Terra ela chega a 5000ºC. É como enorme bola de metal em constante fusão.  Esse núcleo superaquecido se chama magma. 
 
O vulcão é uma montanha que tem em seu interior um canal de saída para este material magmático, que se mistura a cinzas e gases também oriundos das profundezas da Terra. 
 
Um vulcão entra em atividade quando as placas tectônicas que estão acima do magma mas  abaixo da crosta, onde vivemos, se movimentam, causado atritos. Neste momento, a massa de magma escapa e sobe pela abertura do vulcão, sendo lançada a grandes distâncias. A enorme quantidade de energia liberada durante as explosões pode ser avaliada em função da altura que rochas e cinzas alcançam. Há relatos de que as cinzas de um vulcão na Indonésia foram lançadas a uma altura de 27 km, em 1883.
 
As nuvens de vapor e poeira que se formam durante a erupção podem matar todos os seres vivos ao redor. Por isso, quando um vulcão começa a fazer barulho, as pessoas que moram ao redor são retiradas. Foi o que aconteceu no Chile, no começo de março, quando cerca de 5 mil pessoas tiveram de deixar suas casas porque corriam risco de morte.
 
 
Outras informações
 
Os vulcões se dividem em extintos (quando não mais lançam fogo) e ativos (quando estão a todo vapor) 
 
Na face do planeta Terra há 550 vulcões entre extintos e ativos
 
A maioria deles encontra-se no Círculo de Fogo do Oceano Pacífico
 
Os mais conhecidos vulcões são o Lascar (no Chile); o Etna (na Sicília); o Vesúvio (em Nápoles); o Fuji (no Japão); o Krakatoa, na Indonésia

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