Lu Alckmin: fazer o bem ao próximo nunca sai de moda


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Carisma, elegância, determinação e um projeto de vida: fazer o bem. A primeira dama de São Paulo, Lu Alckmin, coleciona histórias de trabalho social e é nossa homenageada neste Dia Internacional da Mulher. Como presidente do Fundo de Solidariedade do Estado de São Paulo, Lu se orgulha do trabalho que tem executado nos últimos anos. “Para mim é uma honra poder fazer parte da transformação da vida de milhares de pessoas, oferecendo vários e bons cursos, não dando o peixe, mas ensinando a pescar”, disse. 
 
Como surgiu o interesse da senhora pelo trabalho social? 
Sempre participei de trabalhos sociais com amigos e vizinhos, mas eram ações pontuais e de pouca abrangência. Quando o Geraldo (Alckmin) se tornou prefeito de Pindamonhangaba, foi a minha primeira oportunidade de atuar com o trabalho social na esfera pública. Quando ele atuou como vice do Mário Covas, eu acompanhava a Dona Lila Covas nas ações do Fundo Social como voluntária. Com o falecimento de Covas, Geraldo assumiu como governador e, então, sucedi Dona Lila na presidência do Fundo Social, também como voluntária. Daí não parei mais. 
 
Qual o momento mais marcante vivido pela senhora à frente do Fundo de Solidariedade do Estado? 
A experiência de estar à frente do Fundo Social tem sido maravilhosa e é marcada de muitos momentos especiais. São várias histórias de superação e de resgate da autoestima. Pessoas que não acreditavam em suas capacidades e que, com o estímulo e carinho dos professores, terminam o curso transformadas, mais confiantes, com uma nova perspectiva de futuro. Fico feliz em constatar, por meio destes inúmeros exemplos, que estamos indo pelo caminho certo. 
 
Como é a rotina da senhora? Como faz para conciliar a agenda de mãe, mulher e profissional? 
Meu dia a dia é sempre intenso, com muitas atividades, mas procuro conciliar o tempo entre a família, o voluntariado e os projetos sociais sendo inteira em todos os momentos. Dedico-me a cada um deles de corpo e alma e com muito amor. Apesar dos meus filhos já serem casados, trabalharem e terem seus compromissos, sempre que possível estamos juntos. Os momentos em família são muito especiais e ser mãe para mim é uma das maiores realizações. 
 
A senhora já esteve algumas vezes em Franca. Quais lembranças tem da cidade? 
Lembro-me com carinho de todas as vezes em que estive em Franca, a cidade sempre me acolheu de braços abertos. No ano passado, estive na cidade para inaugurar o Polo Regional da Escola de Construção Civil e, em 2013, para a etapa regional do Jori (Jogos Regionais do Idoso).  
 
Para comparecer à posse do seu marido, a senhora usou vestido desenhado e bordado pela senhora mesma. Como foi aprender a bordar? 
Moda é um assunto pelo qual me interesso bastante e, por isso, me envolvo completamente no processo de criação e desenvolvimento dos novos modelos que são ensinados na Escola de Moda do Fundo Social. Aprender a bordar foi uma nova descoberta, porque eu já tinha alguma noção, mas retomei as aulas para aprender novas técnicas. Bordei o meu vestido sozinha em cinco dias. Mal pude acreditar que daria tempo, mas consegui com persistência e foco!

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