Irmão de Suzane von Richthofen quebra o silêncio após 12 anos. ‘É nojento”


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Foto da família Rochthofen
Foto da família Rochthofen

O irmão de Suzane von Richtoffen, Andreas, quebrou o silêncio 12 anos depois do crime que chocou o país. Aos 27 anos, o rapaz falou com a rádio Estadão e afirmou que o pai, Manfred, que morreu junto com a mulher Marísia, em uma emboscada armada pela filha, em 2002, não desviou dinheiro do Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A).

Andreas enviou uma carta com o intuito de esclarecer ‘algumas coisas’. O programa SuperPop, da Rede TV!, exibiu na última segunda-feira, um depoimento do procurador de Justiça Nadir de Campos Júnior em que ele afirma que Manfred mantinha um conta na Suíça, e que a beneficiária seria Suzane. “Se há contas no exterior, que o sr. [promotor Campos Junior] apresente as provas, mostre quais são e aonde estão, pois eu também quero saber". Andres continua. “Mas que se isso não passar de boatos maliciosos e não existirem provas, que o sr. se retrate e se cale a esse respeito, para não permitir que a baixeza e crueldade deste crime manche erroneamente a reputação de pessoas que nem aqui mais estão para se defender”.

Na carta, Andreas esbarra no assunto da morte dos pais e chama a irmã e os irmãos Cravinhos, Daniel e Cristian, de assassinos. “Entendo que sua raiva e indignação para com estes três assassinos seja imensa e muito da sociedade compartilha esse sentimento. E eu também. É nojento”, afirma ele na carta feita ao promotor.

 


 

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